Diva mas sem Frescura

Olha isso!

Aqui a gente vai compartilhar com vocês todos os nosso achados, dando dicas de precinhos baixos de produtos, viagens, livros, tudo que for interessante e que esteja ao alcance de divas da vida real. Sabe aquela base maravilhoooooooosa mas que custa o olho da cara? Fica tranquila que se a gente achar algo de boa qualidade que possa substituir, a gente também te conta nessa seção!

Mulheres empreendedoras: Cris Ramos – Doces Artes

Seguimos na missão de apresentar mulheres empreendedoras para vocês e a girl power de hoje é a Cris Ramos. Ela tem 31 anos, nasceu em Volta Redonda e atualmente mora em Matias Barbosa. Ela arrasa na produção de doces atendendo a festas, dá cursos de confeitaria gourmet e contou pra nós um pouquinho acerca de seu empreendimento que, literalmente, envolve colocar a mão na massa.


Blog – O que te estimulou a criar esse empreendimento?

 

Em 2012 me vi grávida, logo após a descoberta também abandonada pelo pai do meu filho e com isso uma severa depressão com síndrome do pânico, tinha um enorme desejo de comer torta prestígio, mas nenhum ânimo de sair de casa. Então, comecei a fazer minhas próprias tortas que meu pai levava os ingredientes para que eu fizesse. Ali descobri minha paixão pela cozinha e principalmente pelos doces. Mas eu já trabalhava no RH tinha muitos anos e tentei voltar após o grande afastamento devido a depressão, mas não rolou. Cheguei a trabalhar em outra área, sem sucesso, até que me surgiu a oportunidade de começar a vender doces de porta em porta e com o auxílio dá minha mãe assim fiz. Sem o menor arrependimento. Foi a melhor troca dá minha vida. Começou simples e foi tomando forma, nesse caminho tive várias pessoas que me ajudaram a construir todo esse sonho, sou grata a cada uma. Hoje tenho a Doces Artes confeitaria Artesanal que atende com produtos personalizados para festas. Assim como a Cris Ramos Cake design, onde sou professora de confeitaria gourmet.

Blog –  Como é feito o empreendimento:
 

Minha cozinha é na minha casa, trabalho de forma bem artesanal, cada doce feito um a um, personalizado de forma manual. Meu equipamento é caseiro. Atendo 99% pela internet, cobrindo várias cidades como Juiz de Fora, Santos Dumont, Mar de Espanha e já atendi até ao Rio de Janeiro.

 
Blog – Tem alguma mensagem para mulheres que pretendem começar a empreender?”
 

Acredito que o ponto principal é descobrir o que ama fazer. Depois persistência, o sucesso depende de paciência. Estou a três anos lutando, no começo minha família dizia “Vamos procurar um emprego”, porque realmente não era fácil, tive fase de grande dificuldade financeira, mas o sucesso não significa dinheiro, ele é consequência de trabalho árduo, o sucesso vai muito além, o resultado de um projeto complexo com êxito pra mim vale muito mais do que uma conta recheada. Não que eu não goste ou queira dinheiro, mas ele vem, de qualquer jeito vem, mas a qualidade do seu produto só com extrema dedicação. Por fim força, porque o mercado ainda tem preconceito com mulheres bem sucedidas, ainda existem cobranças absurdas quando a mulher opta mais pela profissão do que pelo casamento ou filhos mesmo. Mas acredite você é um indivíduo individual, seus sonhos e projetos pessoais têm todo o valor.

Essa é a Cris!
 
Para conhecer um pouquinho mais de seu trabalho, seguem suas redes sociais:
 
Página Doces Artes
 
Página Cris Ramos

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Convidada especial

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Mulheres empreendedoras: Thainá e Luciana – Um sonho duas mochilas

No dia do trabalho rolou por aqui um post indicando o trabalho de algumas mulheres e concluímos que seria válido divulgar mais trabalhos de mulheres que empreendem. Seguindo nessa missão, hoje apresentaremos a vocês a Thainá Magalhães e a Luciana Amorim, ambas representam bem o espírito girl power e estão a frente de um projeto bastante inspirador.

 

Thainá e Luciana


 

A “Um sonho duas mochilas” surgiu graças a paixão por viagens da Thainá e da Luciana, que se conheceram em 2013 durante um intercâmbio na Irlanda. Durante o período elas viajaram bastante, o que proporcionou apertos e alegrias que fortaleceram a amizade e garantiu uma descoberta: é possível viajar muito sem gastar rios de dinheiro. Após um anos e alguns meses na Irlanda elas retornaram ao Brasil e ficaram um tempo sem se falar, mas, bastou perceberem a oportunidade de transformar o prazer de viajar em uma profissão para a publicitária e a farmacêutica investirem na ideia. Inicialmente surgiu o blog, que retratava o sonho de conhecer o mundo, sendo as duas mochilas a representação das duas. A primeira viagem em grupo organizada por elas foi para a mística e maravilhosa São Thomé das Letras e claro, foi sucesso. Após essa estreia elas transformaram o blog em uma agência de viagens e atualmente elas possuem uma média de 2 a 3 eventos por mês, sempre partindo de Juiz de Fora/MG.

 

Capitólio/MG


 

São Thomé das Letras


 

O maior objetivo das meninas é mostrar para os amantes de viagens que para viajar e conhecer o mundo não precisa ser rico! Vamos fazer uma avaliação: Quantas vezes gastamos com coisas que não precisamos por puro consumismo? Claro que cada um gasta seu dinheiro como quiser, mas eu, particularmente, acho muito mais válido investir meu dinheiro em experiencias do que em um sapato. Para garantir preços acessíveis, obviamente as hospedagens das viagens organizadas não são em resorts. Mas, pra quem não tem frescura e está aberto a conhecer novas pessoas se hospedando em hostels, é uma excelente pedida viajar com elas! Eu amei!

 

Caso queiram conhecer um pouco mais do trabalho das meninas, sigam as redes sociais do “Um sonho, duas mochilas”:
 
Instagram: @umsonhoduasmochilas

Facebook: Um sonho, duas mochilas

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Daniele Fabre

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O “fantástico” mundo da Universidade pública.

Se você é ou já foi vestibulando com certeza já parou para refletir o que é o espaço acadêmico. Devem haver milhões de questionamentos sobre isso e hoje vim contar um pouco da minha experiência como estudante de universidade pública para vocês.
 
No início todo mundo diz que a universidade é um lugar MA-RA-VI-LHO-SO e de lá você sairá muito bem capacitado, pronto pro mercado de trabalho Aeeeeeew!!! Só que não HAHAHA. Tudo bem, nas primeiras semanas você fica realmente deslumbrado com muitas coisas. Pelo menos eu fiquei! Professores muito loucos, trote nos calouros, aulas muito boas, palestras, festas, sexo, drogas, viagens… DIVERSIDADE.
 

 

Acho que a palavra diversidade define bem o que é estar neste espaço. Tudo é muito livre, tudo é normal e liberado. Ou quase tudo! Você começa a desconstruir tudo que aprendeu sobre a vida e a sociedade,  aprende o que é pensamento crítico e ingere gás chamado problematização. Cuidado com ele hahaha! Dai você problematiza desde os assuntos mais sérios como machismo, racismo e homofobia como os mais idiotas que nem cabe citar aqui. Estar na universidade te permite entrar em contato com pessoas totalmente diferente e esse acesso a  novos conhecimentos ás vezes da uns bugs na cabeça. É por isso que muitas pessoas mudam totalmente depois que viram universitárias.
 

 
Existem professores incríveis que farão você aprender pra caramba e que realmente estão ali pra contribuir para sua formação. Porém, existem professores que vão aprovar ou reprovar a turma toda de maneira bem injusta. Ainda bem que você mesmo monta sua grade de matérias e pode escolher os queridos docentes que irão te passar mil textos, documentários e uma prova  pra você sofrer bastante e tirar apenas 7,0 HAHAHAH.
 

 
Trabalhar e estudar são duas coisas bem difíceis, A maioria de nós optamos por fazer estágios, que nem sempre pagam bem, mas da pra custear a passagem da semana e tomar uma cervejinha no final. Falando em cerveja, lembrei que se tem uma coisa que universitário gosta é de fazer festa. Qualquer interinha a gente compra umas bebidas, ouve uma música e se reúne pra comemorar e/ou esquecer a vida.
 

 
Mas também sabemos ser sérios, né non? Dentro da universidade pude me inserir em coletivos de movimento estudantil, feminismo, coletivos negros e gestão de centros acadêmicos. Esses grupos são formado por pessoas que se unem por uma causa, geralmente pra debater e reivindicar melhorias na universidade e na sociedade como um todo, promovendo eventos e atividades. Grande parte do meu aprendizado enquanto universitária obtive dentro desses coletivos auto organizados que geralmente são acolhedores.
 

 

Além de eventos internos, também tive oportunidade de participar de congressos nacionais em outras universidades do Brasil. Viajei com os amigos por três anos consecutivos conhecendo diversos estudantes de vários estados brasileiros. Nessas viagens aprendi sobre COLETIVIDADE. Geralmente, não somos ensinados a termos pensamentos coletivos, mas a partir do momento que você passa dias viajando, dormindo, acordando, comendo, bebendo e tomando banho e com mais um grupão de pessoas percebe-se a necessidade da união. É um ajudando o outro e ali constrói-se intimidade e boas amizades.

 

A universidade pública é um lugar muito politizado e lutamos muito pela real democratização desse espaço. Desde a revisão do sistema de vestibular até condições de acesso e permanência na universidade. Porque entrar parece ser difícil, mas permanecer e sair é muito mais.
 

Por último, mas não menos importante, tudo que é político pode gerar divergências. Os debates, campanhas, votações e decisões, quando precisam ser tomadas acabam, muitas vezes, gerando uns quebras-quebras e discordâncias, briguinhas entre esquerda e direita, mas no final quase ninguém leva para o coração. Eu disse QUASE. As vezes a gente fica tão sobrecarregado que não aguentamos tantas coisas de uma vez. É muito comum que estudantes universitários tenham crises de ansiedade, distúrbios alimentares e questões psicológicas. Eu mesma já tive, mas estou bem viva, tentando terminar a bendita Monografia/TCC (Trabalho de conclusão de curso) que é uma grande e bela pesquisa que você deve fazer, se não você não se forma, rs.
 


 
Enfim, se você está prestes a entrar na universidade aproveite o máximo todas as mudanças que irão acontecer. Curta cada momento da sua graduação, estude, lute, vá nas festa e viagens se possível for. Faça tudo no seu tempo, ou no tempo de pelo menos uma greve que você provavelmente enfrentará. Mas não perca a oportunidade única de melhorar como pessoa e como um futuro profissional.

 
Boa sorte!
 
Grande beijooo!

 

 

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Milena Passos

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Mulheres empreendedoras: Gabi Gonçalves – Maria Buzina

No dia do trabalho rolou por aqui um post indicando o trabalho de algumas mulheres e concluímos que seria válido divulgar mais trabalhos de mulheres que empreendem, afinal, apesar de termos evoluído bastante no que se refere a questões de gênero, ainda hoje as mulheres enfrentam mais dificuldades que os homens no mundo do trabalho, tanto por preconceito quanto pela dificuldade de conciliar o negócio com as outras responsabilidades que ainda hoje recaem somente sobre as mulheres (filhos e casa). Sendo assim, resolvemos apresentar a vocês trabalhos de mulheres que colocaram a mão na massa e desempenham trabalhos que consideramos bacanas:
 

Maria Buzina – Bolsas e acessórios conceituais em lona de caminhão usada

Tudo começou quando Gabi Gonçalves, que era estudante de artes em Juiz de Fora, descobriu que poderia utilizar lona de caminhão para confeccionar suas peças. Ela sempre enxergou a arte como autoconhecimento e já fazia artesanato para descolar uma grana extra. Quando conheceu a lona de caminhão usada logo gostou da possibilidade de criar acessórios a partir do material recém descoberto, que além de possuir a vantagem de ser reciclável, alimentava sua memória afetiva, já que seus avôs eram caminhoneiros. De acordo com o Pai de Gabi, “é uma continuação do trabalho dos seus avôs de uma maneira mais feliz, mais light”.

Por serem peças totalmente artesanais e personalizadas, cada peça é ÚNICA. Mesmo que se tente reproduzir algum trabalho anterior, não ficará idêntico, principalmente devido ao fato de a mistura das tintas serem feitas a mão. De acordo com Gabi, trabalhar com esse material seria um modo de transformar a visão pejorativa que a sociedade possui acerca de materiais que advém de caminhão/caminhoneiro. A ideia é apresentar arte e sutileza através desse material normalmente associado a algo rústico.

Para abrir a empresa, em 2006, ela contou com a ajuda do SEBRAE. Sua primeira grande exposição foi no Fashion Rio, que a levou a produzir 250 bolsas e seguir para terras cariocas.
 

Atualmente Gabi possui clientes espalhados por todo Brasil e também já vendeu para clientes de diversos países.

Os produtos Maria Buzina podem ser encomendados por e-mail: mariabuzina@gmail.com ou pela página no facebook.

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Convidada especial

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Cuidados com cabelos crespos e cacheados

No último post contei para vocês sobre o processo de transição capilar e fiquei de dar continuidade com um post sobre CUIDADOS PÓS BC. Então vamos lá!
 

Costumo dizer que o pós  BC é a fase de adaptação. Não adianta querer que seu cabelo fique incrivelmente lindo de um dia para o outro. Por mais que você goste muito dele, terá momentos que você pode estranhar estar com ele curtinho.  Chegou o momento de experimentar  e descobrir como seu cabelo mais responde aos cuidados. SIM, CUIDADOS! Não é porque seu cabelo é natural que você não precisa cuidar, rs. Mas já já você se acostuma! Primeiro é bom que você conheça seu tipo de cabelo, veja nessa tabela:

 

Nenhum cabelo é exatamente igual, então é preciso ter consciência para a aceitação do SEU cabelo. Podemos nos inspirar? Com certeza. Mas ele nunca será exatamente como o de alguma outra pessoa. Os cabelos crespos/cacheados precisam de um carinho especial. Eles tendem a ser um pouco mais ressecados do que os cabelos lisos e ondulados. Isso porque a oleosidade natural do couro cabeludo leva mais tempo para chegar ao meio e as pontas dos cabelos (são tantas molinhas, né?). Geralmente, quando essa oleosidade esta chegando as pontas  já é momento de lavar novamente.
 

Shampoos sem sal, sem sulfato ou parafina (farei um post específico para isso) são ótimos.  Os shampoos de limpeza profunda que contém essas substâncias retiram toda a oleosidade do cabelo, logo, temos que usar com moderação. Por exemplo, se você lava os cabelos 3 vezes por semana o dia do meio você pode usar somente condicionador.Lavagem 1:  shampoo e condicionador. Lavagem 2: somente condicionador. Lavagem 3: shampoo e condicionador

  

Shampoo Niely Afro 8,00 reais

Shampoo Salon Line #TodeCacho 9,00 reais

Shampoo Monange 11,00 reais

 

Seu cabelo provavelmente agradecerá se você usar produtos a base de óleos e manteigas. Isso evita o ressecamento e diminuiu o frizz (algo natural e que também temos que saber lidar). Eu, particularmente, toda vez que lavo com shampoo, utilizo uma máscara de tratamento com óleos para repor os nutrientes.

 

Maionese capilar de tratamento SalonLine #TodeCacho 15,00 reais

Máscara de tratamento Novex Olép de côco  20,00 reais

 

Banho e massagem com óleos vegetais previnem o ressecamento e auxiliam no crescimento

 

Óleos vegetais Salon Line #TodeCacho entre 10,00 e 14,00 reais

Óleos de côco, oliva e rícino entre 5,00 e 10,001 reais
 

Para finalização dos cabelos os cremes de pentear que mais uso são os mais grossinhos e pesados porque eles fixam mais no meu cabelo, que é tipo 4. E faço fitagem que é um método de finalização que estimula os cachinhos. Eles ficam super definidos, porem perdem um pouco do volume.

Cremes de pentear Salon Line linha #TodeCacho 500g 15,00 reais
 
Creme de pentear Keraform 1kg 18,00
 
FITAGEM!!!

Nada mais é do que dividir o cabelo em fitas fixando bem o creme de pentear da raiz até as pontas do cabelo. Isso faz com que os cachinhos fiquem com mais definição e brilho.

Esses são os produtos que mais uso no meu cabelo e que tem dado muito certo. Em breve sairá novos posts sobre cuidados como HIDRATAÇÃO, NUTRIÇÃO E RECONSTRUÇÃO.

 

Beijinhos!!!

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Milena Passos

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