Diva mas sem Frescura

Violência psicológica: será que existe?

Diferente do que eu costumo postar no blog, hoje o papo não é maquiagem. É papo sério, que todas nós, MULHERES, devemos saber: o que é violência?  Violência, é todo ato que por meio de ações físicas ou moral causa dano a outra pessoa. Violência física, é quando se usa a força no objetivo de ferir seu corpo, ou seja, te bate, te empurra,te amarra, te chuta e te mata. Violência moral, te difama, faz injúrias e difamações. Violência sexual, exige práticas sexuais que você não gosta,  te impede de usar métodos contraceptivos e até mesmo o uso de preservativos. Violência patrimonial, controla seu dinheiro, não te deixa trabalhar e evita que você compre algo.Violência PSICOLÓGICA, é o que muitas mulheres sofrem e não percebem. A violência psicológica é quando você é intimidada, fere seu desenvolvimento, causa dano à sua identidade e autoestima. Ou seja, te humilha, te insulta, te isola, te persegue, te ameaça.
 

Pensando nesse tema muito importante,em forma de protestar contra o abuso e o feminicídio, eu vim trazer um projeto fotográfico realizado pela fotógrafa, Daiane Balter, da página, Que seja click no Facebook, afim de transmitir o sentimento e como as mulheres se sentem diante desse grande problema, que muitas não sabem que passam. O principal objetivo desse trabalho é mostrar as diversas formas de violência psicológica contra a mulher. O intuito é fazer com que as mulheres percebam a gravidade desse problema que atinge muitas famílias e diversas vezes acabam passando despercebido, servindo de alerta. 

 

Portanto, veremos as fotos em forma de poema.
 

“Um segundo de força, mas logo volto à trás.”


 

“Ainda estou aqui.”


 

“Posso partilhar tudo, menos o sofrimento.”

 

“Eu não quero me calar.”


 

“Todas as palavras juntas dentro do meu pensamento..”

 

“Muito se aprende quem bem conhece o sofrimento.”


 

“Do meu peito explode essa vontade.”


 

“De dizer uma só palavra…”

 

“Tudo o que eu fui antes, é só o antes…”


 

“Sinto sede, grito por dentro, o sufoco me limita.”


 

“Penso em inúmeras saídas de emergência…”

 

“Mas só consigo me calar, e calar.”


 

“Ficam marcas, em mim…”


 

“Mas só eu vejo…”

 

“As palavras doem,”

 

“mas só consigo perdoar…”

 

“Ele vai mudar…”


 

“Prefiro não receber sua opinião…”

 

“Tudo o que eu sinto por dentro, ele não faz por mal… É, vai passar…”

 

“Ele vai mudar…”


 

Equipe:

 
Direção de Arte: Bruna Moraes
Beleza: Franciele Rangel
Modelo: Camila Serpa
Fotógrafa: Daiane Balter

 
 
E aí, sentiu o impacto?
Se você se identificou com o post de hoje, tome cuidado. Você pode ser uma vítima da violência.

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Marcelli Martins

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Empreendedorismo feminino: girl power, foco e determinação

 

 

Hoje o post vai tratar de empreendedorismo feminino, ou seja, quando uma mulher resolve pôr a mão na massa e tomar as rédeas da vida, dos sonhos e dos planos, apesar das dificuldades duplas: tanto pelas questões complicadíssimas de burocracia do Brasil, quanto por ser uma mulher em um mercado ainda dominado por homens. Pensando em motivar nossas meninas que estão pensando ou querendo empreender, chamamos a Mayara, criadora da Mixto, pra bater um papo leve com a gente. Ela tem 27 anos, é publicitária e se define como “eterna estudante do mundo”. Simbora? Então simbora!

 

Blog: Fala um pouco sobre a sua trajetória e o que te motivou a abrir a Mixto.

 

Mayara: Trabalho desde os 18 anos e cai meio que de paraquedas para coordenar o marketing de uma academia. Aos 19  anos tinha uma empresa na mão e fiz tudo, exatamente tudo o que eu queria fazer com relação a comunicação. O que me abriu os olhos foi a possibilidade de fazer MUITO com pouca grana. Me incomodava e me incomoda até hoje ver boas empresas, com bons produtos e bons serviços, sem conseguir vender ou comunicar isso por falta de grana e por não ter alguém disposto a encarar o desafio. Aí surgiu a ideia da MiXto. Uma agência de comunicação para  empreededores. Em 2016 resolvi ir além e entrei na área da educação. O desafio dessa vez era abrir um espaço para que novos profissionais, estudantes e empreendedores pudessem se encontrar e descobrir possibilidades. Cá estou, apaixonada e vibrando com nada novo passo que damos. A equipe atual da Mixto é formada pela Clara Rueda e pela Júlia Máximo. Antes, também tinha o Ricardo Mattos,  só que ele não faz parte da equipe mais, porém nada mudou! É um grande amigo e nos falamos sempre. Nem olhei currículo deles, contratei por olhar e a vibe “bater”. Escolhas certeiras.

Cursos na empresa da Mayara: ambiente descontraído e sentimento de colaboração 

 

 

Blog: Conta pra gente o que é exatamente a Mixto, o que ela faz e promove e como você acha que esse espaço pode contribuir na vida das pessoas de diferentes idades e formações.

 

Mayara: Somos uma casa de encontros criativos e chamamos de casa porque a gente gosta de receber como casa. Entrou aqui, virou amigo (rs). Promovemos  cursos, workshops e um encontro especial que chamamos de “Sacode Criativo”, que é um bate papo gostoso com carinha de festa e que rola uma vez por mês. De um jeito bem simples, trazemos os melhores profissionais do mercado carioca para compartilhar vivências com estudantes e empreendedores. Acredito que todo mundo tem alguma coisa pra ensinar e que isso pode ser muito divertido e transformador. A gente participa, mesmo que de forma pequena, da formação de uma  galera que está chegando agora no mercado e que precisa olhar tudo isso de um jeito diferente. Há muitas possibilidades e existem muitas pessoas que abrem o coração quando a gente chega junto e tá afim de realizar. Não há ” caixa” ou ” bolha”. Pra mim, é questão de esbarrar na pessoa certa, na hora certa e no lugar certo.

 

 

 

Blog: No nosso blog, exaltamos o poder feminino em suas diferentes manifestações e grandezas, e por isso trazer a história de uma menina tão jovem e corajosa como você é um prazer para nós. Sendo mulher, o que você tem a dizer sobre as dificuldades de ter um negócio próprio? De estar a frente de uma equipe, de lidar com várias pessoas, de passar por processos burocráticos, enfim. Tudo o que diz respeito à escolha de empreender no Brasil.

 

Mayara: Eu  falo pras meninas aqui que entrei num barco rumo ao paraíso e que é sem volta. É onda atrás de onda e manter o equilíbrio no barco não é tão simples como acham por aí. Essa questão da idade, do histórico profissional, de ser mulher e de estar a frente de alguma coisa sozinha, não atrapalhou. Acho que a gente precisa ser humilde quando pensa em ter um negócio. Eu bati em muita porta pedindo ajuda. Perdi as contas dos cafés que insisti em marcar com as pessoas que eu achava que precisava conhecer. Dificuldade existe e empreender é encarar. Quando a gente acredita no projeto e na entrega que ele tem pro mundo, a gente encara até 2 leões de uma vez. 😉

 

Essa é a jovem carinha da Mayara! 

 

Blog: Fale o que você quiser para as nossas leitoras que estão pensando em empreender algum tipo de negócio!

 

Mayara: Empreender não é só abrir uma empresa.Se pensar assim,não dou 1 ano pra empresa durar…rs. Então, quero compartilhar as 3 coisas mais importantes que aprendi: entenda tudo sobre a parte financeira do seu negócio,pois é o que faz ele funcionar; Bata nas portas e faça amigos. -Aquela história de que é melhor ter amigo na praça do que dinheiro no banco, é real – e por último abra uma empresa para entregar uma solução pra sua cidade, pra sua faculdade, pro mundo. Ter um negócio faz todo sentido quando você faz pensando em quem vai receber e em como o seu produto ou serviço vai interferir na vida dela. Fale de coração para coração!

 

O espaço da May faz viagens criativas com o objetivo de aprofundar assuntos e de conectar mais a galera. Legal, né? 

 

Ficou com alguma dúvida? Sentiu vontade de perguntar algo? Comenta aqui que a gente responde!

 

Você também pode procurar a Mayara através das redes sociais

Facebook: facebook.com/mixtocom

 

Instagram: @mixto_com

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Olga Bon

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Você já ouviu falar da solidão da mulher negra?

Quando nascemos e durante nosso desenvolvimento nos é apresentado um vasto mundo de conhecimentos e desde muito cedo somos  influenciados em relação ao que devemos gostar, o que achar legal e bonito. Como ocorre essa influência? As mídias desempenham um grande papel (nos mostrando o que é bonito, o que é desejável, o que tem valor), e sua influência sobre as pessoas acaba fazendo com que a sociedade em sua maioria caminhe para uma mesma direção. Você pensa que todos os seus gostos são somente seus e surgiram do nada? Pois pare um pouco pra refletir o que te fez querer tudo que você quer pra sua vida: seu corpo, seu cabelo, seu carro, seu relacionamento, sua casa, sua vida. Você, como qualquer ser humano que vive em sociedade, foi influenciado por mil referências a desejar tudo o que deseja, então não: seus desejos não partiram do nada no seu cérebro. Por tudo isso, diz-se que o gosto é uma construção social, e acontece de forma tão natural que é muito difícil reconhecer que estamos inseridos nesse sistema.

 

 

Jogando no google “protagonistas de malhação” a gente vê quanta diversidade… #sqn

 

 

Quando eu era criança acompanhava  programas infantis da Xuxa, Eliana, Angélica… Via os filmes das princesas da Disney como Cinderela, Branca de Neve, Bela adormecida… Nossa, eu amava! Quem nunca? Rs. E todas essas personagens e figuras públicas são brancas, cabelos lisos e/ou loiros e magras. Durante a adolescência fui percebendo que as protagonistas do RBD e as capas de revista da Capricho também seguiam esse padrão de cor, corpo e cabelo. A mídia vende esse tipo de beleza como desejável, invejável, admirável, e, consequentemente, meninos e meninas absorvem esses valores e crescem acreditando que aquele padrão é o melhor. Nossos gostos são construídos através do que nos cerca, e dessa forma tanto homens quanto mulheres tendem a buscar a estética mais aceitável (e desejável) pela sociedade.

 

 

 


Agora, cá entre nós, como ficam aquelas mulheres que não se encaixam nesse padrão? Quem são as mulheres que passam a vida tentando alcançar aquele tipo de beleza tão distante da forma física delas? Somos nós: mulheres negras de corpos fortes, cabelos crespos, lábios e narizes grandes. Mulheres que sofreram um longo processo histórico de desumanização, foram vistas e tratadas como objetos, hipersexualizadas e colocadas numa posição como se não fossem dignas de serem amadas. Tudo isso afetou as relações afetivas dessas mulheres, e o post de hoje é pra pensarmos um pouco sobre isso.

 

 

A imposição eurocêntrica de beleza (cabelos longos, lisos ou ondulados, loiros, corpos esbeltos, sem estrias e sem celulite, olhos claros), e todos os valores construídos nas revistas, jornais, novelas e filmes, acabaram por sempre representar as mulheres negras  de forma totalmente distante da posição de uma mulher que tem sensibilidade, dignidade, aquela chamada de “mulher pra casar”, sabe? A mulher negra geralmente é vista como a barraqueira, a boa para o sexo, o símbolo sexual, mas nunca como a mulher para se formar uma família. Logo, o homem negro quer ao seu lado a mulher branca, e adivinhem? O homem branco TAMBÉM quer ao seu lado uma mulher branca! Fica o questionamento: mas e a mulher negra? Quem quer?

 

 

 

Grande parte da sociedade ainda não vê as mulheres negras como incríveis, inteligentes, admiráveis, como mulheres pra andar de mãos dadas e apresentar à família (só lembrando que estou falando a partir de grupos sociais e raciais não de exceções e casos específicos). Essa preferência por mulheres brancas além de não ser apenas questão de gosto pessoal, mas sim um racismo enraizado e naturalizado pela sociedade, gera o que chamamos de  “solidão da mulher negra”. É muito comum que mulheres negras levem muito mais tempo para conseguir um namoro sério, é mais raro que tenham relacionamentos estáveis e é muito comum que sejam abandonadas e criem seus filhos sozinhas, que sofram sozinhas e que se acostumem a ter relacionamentos medíocres e abusivos. A maioria dos homens não são capazes de enxergar uma mulher negra como algo além de um símbolo sexual (o carnaval está aí para comprovar isso). Algo muito comum nas relações afetivas das mulheres negras quando o rolo começa a ficar sério (isso quando consegue um rolo), o cara dizer que não está preparado pra um namoro. Um tempo depois assume relacionamento sério com uma mulher branca e você fica tipo: “que?”. Não, não tem problema gostar de mulheres brancas, o problema é ver estatisticamente que a maioria das mulheres negras não são amadas. Muitas de nós somos desejadas apenas sexualmente: “Mulher preta é boa de cama”, “Essa pretinha é quente”, “Olha que preta gostosa”, e isso nos leva muitas vezes a aceitar qualquer tipo de relação, muitas vezes tóxicas e abusivas, pelo o medo de ficarem sozinhas para sempre.

 

 

 

O fato é que é muito comum ouvirmos homens dizendo que não gostam de mulheres negras por uma questão de “gosto” ou que o amor não tem cor, mas por que esse gosto e essa cor do amor raramente acontecem no sentido contrário? Por que vemos homens falando com nojo e desprezo de uma mulher negra mas  nunca vemos um homem falar de uma loira da mesma forma?

 

 

 

A autoestima da mulher negra é destruída todos os dias. Somos impulsionadas a odiar nossos cabelos, nosso nariz, nossa identidade, nosso corpo. Estamos cercadas de tantas inseguranças que quando finalmente conseguimos uma relação sólida nos consideramos sortudas, quando na verdade somos apenas merecedoras de termos alguém conosco que saiba valorizar o que realmente somos, não o que fazemos na cama. Em contrapartida, diversas mulheres negras INCRÍVEIS, inteligentes, admiráveis, são mães solteiras, passam anos sozinhas e são vítimas desse sistema excludente que a todo momento nos diz NÃO. Isso, querides, é solidão da mulher negra. E se você não é uma mulher negra, dificilmente vai entender do que estamos falando, mas não te impede de pensar sobre isso e ter empatia, e repensar todos os seus valores. Então bora fazendo?

 

 

Escrito por

 

Luma Mattos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Milena Passos

 

 

ESCRITO POR

Divas

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Quem sossega é Jorge e Mateus

Quando tive meu primeiro namoradinho, eu tinha 13 anos. Nessa época, eu entendia (quase) nada da vida, não era baladeira (obviamente), não bebia, etc. Depois, namorei dos 15 até os 18, ou seja, muitas mudanças aconteceram EU CRESCI AGORA SOU MULHER e aquela menininha que não saía virou uma universitária baladeira baphônica.

 

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“Se namorar fosse bom, eu vivia no cinema e não tava na balada” (Se Namorar Fosse Bom – Bruninho e Davi)

 

Quando eu comecei a sair sério, essa música sempre tocava nas baladinhas sertanejas. Nunca entendi, porque eu estava lá justamente com meu ex-namorado. Como eu comecei a namorar muito cedo, minha época de começar a sair foi justamente enquanto namorava. E quem disso que isso me impedia? Saíamos bastante, tanto pro cinema quanto pra balada.

 

Então, terminei e comecei a namorar de novo, ainda com 18 aninhos. Dessa vez foi até os 20. Então, galera, como vocês podem perceber, dos 15 ao 20 anos, eu nunca tinha sido solteira de fato. Nunca tinha saído solteiríssima com as amigas. Até que, no auge dos meus 20 aninhos, incorporei a Valesca Popozuda: AGORA EU TO SOLTEIRA E NINGUÉM VAI ME SEGURAR, DAQUELE JEITO!

 

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Mas, olha, nem mudou muita coisa. Bom, agora eu beijava mais bocas do que o de costume. Fora isso, eu dançava como sempre dancei, bebia como sempre bebi, falava besteira da mesma forma e me divertia igualmente. De vez em quando rolava um choro pela bad do término – isso era inédito – mas fora isso tava tudo ÓTIMO. Então, sair pra mim sempre foi uma diversão, acima de qualquer outra coisa, e namoro nenhum acabaria com aquilo – apenas somaria.

 

“Eu vim acabar com essa sua vidinha de balada e dar outro gosto pra essa sua boca de ressaca” (Vidinha de Balada – Henrique e Juliano)

 

DEUS QUE ME LIVRE OUVIR ISSO DE ALGUÉM. Não é nada romântico fazer uma pessoa deixar de ser quem ela é. Se você me conheceu na balada, bebendo e me divertido, quem disse que eu quero parar de ser assim só porque comecei a namorar?

 

Sempre que falamos em namoro saudável, pensamos em casais que são amigos, que se divertem, que se apoiam, sabe? Se privar e privar o outro de fazer o que ele/ela gostava antes de vocês namorarem não é saudável! As pessoas costumam relacionar festas e bebida à traição ou falta de respeito, mas isso não é necessariamente verdade: você pode, sim, se divertir bastante com mozão. Por isso é importante que vocês se conheçam, que entendam os gostos um do outro e se respeitem.

 

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“Se quer cinema, eu sou par perfeito. Quer curtir balada já tem seu parceiro. Ou ficar em casa amando o dia inteiro. Dividir comigo o seu brigadeiro” (Sosseguei – Jorge e Mateus)

 

Voltando à minha vida amorosa, se me permitem… Conheci meu atual namorado na famigerada Arena Texas, uma casa de shows sertanejos aqui na minha cidade. Era dia de Mr Catra, foi topzera demais. Desde então, somos um casal que topa tudo (por dinheiro).

 

Como Jorge e Mateus dizem nessa música, casal tem que ser parceiro em todas as situações, seja pra dividir o brigadeiro ou pra passar o dia bebendo água tentando curar ressaca. Então, é importante que vocês nunca se esqueçam que se anular por alguém é furada. Namorar é legal e dá pra se divertir bastante.

 

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Agora, segue uma imagem real da pessoa que vos escreve com seu ilustre namorado:

 

 

DIVIRTAM-SE

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Flávia Muniz

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Conheça o projeto Divas da História

 

 

Sexta passada eu estava no aniversário de uma amiga (parabéns Vanessa!!!) e ela me apresentou a Amanda Pellegrino e o projeto chamado Divas da História. Nele, Amanda resolveu fabricar bonecas de pano com personagens femininas incríveis, mas que geralmente não estão nos livros habituais. A atmosfera lúdica do projeto não fica somente nas bonecas. Cada uma delas vem acompanhada de um livrinho ilustrado e em versos contando a história de uma dessas heroínas da vida real. Eu vi de perto e é muito fofo! Como aqui no blog estamos sempre falando da importância da representatividade e tentando colocar luz na história de mulheres que fizeram e fazem diferença, mas que são silenciadas ou esquecidas, achei a ideia maravilhosa e o projeto tem tudo a ver conosco e cá está ele num post pra você conhecer melhor!

 

 

Segundo a Amanda, “o projeto foi feito pensando na autoestima das nossas pequenas crianças.  Quando uma pequena ou pequeno diz para você que quer ser uma profissional, como uma aviadora, que exemplo você fornece a ela? Como ela se projeta nessa realidade? Pensando nisso desenvolvemos uma linha de produtos, reproduzindo grandes ícones femininos em bonecas e trazemos suas histórias em livros bem didáticos com letra de forma e em versos simples. A escolha de cada personagem foi feita pensando no máximo de diversidade e tipologia. Assim, todas as crianças se sentem parte desse projeto.”

 

O projeto está em financiamento coletivo para ser viável e se tornar maior! Nele, você pode contribuir a partir de R$ 14,90 ou valores maiores descritos no site. Cada valor dá direito a uma coisa, desde o livrinho em PDF ao livro impresso acompanhado das bonecas. Se interessou em ajudar? Acessa o Kickante.com.br/campanhas/projeto-divas-da-historia

 

No vídeo abaixo, tem tudo bem explicadinho e ainda com a ajuda de uma criança <3  Dá um play!

 

 

Para saber mais:

FACEBOOK: divasdahistoria5

INSTAGRAM: @divasdahistoria5

EMAIL: divasdahistoria5@gmail.com

ESCRITO POR

Olga Bon

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